O chef ‘invisível’ da alta gastronomia

Conheça o trabalho do sous chef Bruno Rossi

Das máquinas às panelas, das engrenagens aos temperos, dos cálculos às receitas. A história de Bruno Padoin Rossi, 31, no mundo da cozinha tem início quando ele decide largar o curso de Engenharia Mecânica no quarto ano e partir para a gastronomia, formando-se pela Unisinos em 2013. Natural de Santa Maria (RS), Bruno tomou Cachoeira do Sul como sua morada, pois ainda na infância veio para a cidade onde seus pais (Carlos Alberto Rossi, 65, comerciário e Auristela Padoin Rossi, 53, bancária) e seus amigos residem. Aos 18 anos ele foi embora da Capital do Arroz e após passar por vários restaurantes segue a carreira de sous chef (subchef) no restaurante Floriano Spiess – Cozinha de Autor, em Porto Alegre, há um ano. Mas sua entrada para o Spiess, um dos mais premiados estabelecimentos do estado, começa em 2014 ocupando a função de cozinheiro.

Bruno Rossi é premiado na gastronomia e faz sucesso em seu ramo de atuação em Porto Alegre. “Agradeço meus pais e todos os meus familiares que me apoiaram na troca de profissão e me incentivaram no meu crescimento”, diz. Foto: Reprodução/ Divulgação

MELHOR SOUS CHEF

No ano passado Bruno foi premiado pela revista de culinária Sabores do Sul no seu ramo de atividade como braço direito do renomado chef de cozinha Floriano Spiess.

“Meus pratos favoritos são churrasco e comida japonesa. E receita, não tenho nenhuma preferida para executar, mas as que eu faço com mais gosto são aquelas que faço para pessoas que eu amo”. BRUNO ROSSI

COZINHANDO NA FRANÇA

Durante a graduação Bruno chegou a morar na França durante nove meses, período em que atuou no restaurante três estrelas no Guia Michelin (mais conceituado prêmio gastronômico do mundo) Le Petit Nice Passèdat, em Marselha. “Foi uma ótima experiência, pois foi lá onde aprendi muitas técnicas, não só as técnicas culinárias, mas também técnicas como logística que deve ser aplicada ao mandar os pratos e todas essas coisas que cozinheiros devem saber fazer muito bem, ainda mais com uma carga horária de 16 horas”, conta ele.

PROJETOS FUTUROS

Bruno quer fazer um mestrado na área e montar o seu próprio negócio, uma empresa de eventos, mas no momento a pedida é férias. “Tenho trabalhado muito. Nos últimos três anos tirei somente 15 dias por ano”, justifica o sous chef.

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“Neste ramo nós temos que estar conectados, falando sobre o restaurante 24 horas e o tempo inteiro correndo atrás de resolver alguns problemas e situações que vão ocorrendo durante o dia. Como subchef isso acontece mais ainda, pois quando o chef não está sou eu quem devo tomar as decisões, e ter certeza de que vão dar certo, ou então ajudar o chef a tomar as decisões”.

Foto de capa: Reprodução/Internet

Fonte: Revista Linda (Edição 112 – abril de 2017/ adaptado).

Texto: Gabriel Rodrigues

Revisão: Marielle Rodrigues de Oliveira.

Sobre o autor

Gabriel Rodrigues

Gabriel Rodrigues, estudante de Jornalismo, criador de conteúdo, repórter e fotógrafo.

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