Meio ambiente como alvo de disputa política

Os vieses das ideologias políticas de esquerda e direita sobre aquecimento global e mudanças climáticas

 

O aquecimento global, um fenômeno de interesse universal e aparentemente não-político, virou alvo de disputa política nas últimas décadas. Isso porque, normalmente, a esquerda defende a preservação do meio ambiente e a direita é contrária aos movimentos ecologistas. A discordância sobre o modo como esse assunto vem sendo tratado através de uma suposta “manipulação” da opinião pública, a partir de conceitos opostos. Logo, o aquecimento global é visto como um meio não-aparente e não-declarado de avanço de agendas políticas.

Por meio do ponto de vista esquerdista, entende-se que a relação destrutiva da humanidade com o meio ambiente é uma consequência advinda do sistema capitalista e das consequências geradas da busca desenfreada pelo lucro. Por outro lado, a defesa ambiental condena, de forma velada ou não, a sociedade ocidental e seu modo de produção, visto pelo lado direitista. Assim, o ecologismo é interpretado como um meio de exercício de influência geopolítica mundial e de transformação social, capaz de criar “bandeiras estratégicas” dentro do movimento internacional progressista e de esquerda, também entre socialistas e globalistas. Grupos de oposição ao movimento conservador e de direita e entre liberalistas e nacionalistas.

O enfrentamento de problemas ambientais como o aquecimento do planeta é considerado insolúvel em escala nacional, portanto, exigiria profundo engajamento internacional. Contudo, problemas globais como esse, além de serem a bandeira de grupos realmente interessados em suas soluções, “se tornaram ferramenta intelectual e retórica tanto de grupos que pretendem implementar o globalismo, quanto daqueles interessados em avançar a agenda socialista-comunista”. É o que a direita conservadora alega, partindo, sobretudo, do espectro político e econômico, e não apenas científico. Não raramente, tratando o aquecimento global como uma “farsa política” e que, por sua vez, impõe simultaneamente a agenda e a ideologia socialista e globalista.

Dessa forma, o movimento que agrupa a oposição dos socialistas e progressistas emerge a tentativa de impedir essa transformação social em curso, caracterizada como uma ameaça à civilização ocidental – atrelada ao modelo econômico e de produção capitalista, à filosofia e à democracia grega, calcada no pensamento judaico-cristão. Não por acaso, a religião vem se fortalecendo na política correlacionada com o conservadorismo. O sincretismo (a união entre doutrinas diferentes) não é tolerado, em sua maioria, entre conversadores e religiosos.

Ilha de lixo no Oceano Pacífico. Foto: Reprodução/ Divulgação

Desse modo, o conservadorismo se mantém resistente ao ecologismo, pois entende que a revolução não é apenas ecológica, mas ideológica, ética, religiosa e cultural, a qual impactaria a base da engenharia social em todo o mundo. Assim, aceitar o ecologismo, para os conservadores, é se submeter a agenda ideológica progressista, que tem o fim da influência cristã entre seus objetivos. A sua preocupação não seria com a causa ecológica em si, mas com organismos e instituições internacionais que estariam interferindo na soberania nacional. Segundo os nacionalistas, a ideia desses organismos (como a ONU e a União Europeia) é impor uma concepção totalitária do homem e da natureza, a qual desemborcaria em uma “espiritualidade global”, isto é, numa nova civilização e numa nova religião que estaria a serviço de um socialismo absoluto e universal – o governo mundial. Enquanto defendem que os problemas globais podem ter respostas mais efetivas se forem enfrentados no âmbito institucional das nações. Trata-se de uma disputa por autonomia, poder e recursos financeiros.

1) Direita

Diante da ocorrência de furacões, terremotos e, mais recentemente, do maior incêndio da história da Califórnia, nos Estados Unidos, o presidente Donald Trump (Partido Republicano) nega o aquecimento global e diz, em uma postagem em sua conta no Twitter, que esse fenômeno climático fora inventado pela China para tornar a indústria americana menos competitiva. No final do último ano, Trump questionou a mudança climática e disse que “cairia bem um pouco” de aquecimento global nos EUA para conter as baixas temperaturas no país. “Talvez poderíamos utilizar um pouco desse velho aquecimento global que o nosso país, mas não outros, ia pagar trilhões de dólares para combater”, disse Trump em seu Twitter. O presidente americano já havia retirado os EUA do Acordo Climático de Paris em junho de 2017, tornando-se o único país do mundo a ficar de fora do tratado sobre a mudança climática. “Somos um país rico em gás, em petróleo, em carvão, e muitas outras coisas, e havia uma penalidade tremenda em usá-los. Isso atingia nossos negócios”, argumentou em uma coletiva. Contudo, disse ser “concebível” o retorno dos EUA ao Acordo de Paris no início deste ano.

Poluição em Los Angeles, Califórnia. Foto: Wikimedia Commons

No Brasil, a onda de combate das ideologias de esquerda e do socialismo na causa ambiental (em que se fundem elementos do marxismo, do socialismo ou do socialismo libertário com a política verde, a ecologia e alter-globalização) repercute. O presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL), se mostra crítico ao número de reservas ambientes protegidas no país por “atrapalhar o desenvolvimento” econômico e aos “excessos” na fiscalização do trabalho escravo. Apoiado pela bancada do agronegócio (ruralista ou “do boi”), prometeu o fim da “indústria de multas” emitidas pelo Ibama e o ICMBio: “Vamos tirar o Estado do cangote de quem produz”.

Bolsonaro disse que “a Amazônia não é nossa [do Brasil]” e que “’Aquilo’ é vital para o mundo”, defendendo a exploração da floresta que abriga cerca de 50% da biodiversidade mundial “em parceria com os Estados Unidos, para salvar ao menos parte dela”. Chegou a dizer que as reservas indígenas e quilombolas não teriam “nem mais um centímetro” de terra, comprometendo-se com a expansão da rede de hidrelétricas na região amazônica. Também prometeu a fusão do Ministério do Meio Ambiente ao da Agricultura, mas após a rejeição de entidades ambientalistas e, em parte, do agronegócio, temendo um boicote internacional a produtos brasileiros, Bolsonaro voltou atrás na decisão e manteve os ministérios independentes. O presidente pretende acabar com o “ativismo ambiental xiita” e tirar o Brasil do acordo climático de Paris, a exemplo de Trump, nos EUA. No setor de energia, defende que cada região do país deve explorar as suas vantagens e coloca o Nordeste como exemplo de “grande potencial” para desenvolver fontes renováveis, como solar e eólica, buscando apoio com Israel a fim de acabar com a seca na região através da “agricultura e energia limpa”.

Produção de energia eólica no nordeste. Foto: Albari Rosa/Gazeta do Povo

Nessa linha de pensamento, segue o novo ministro das Relação Exteriores, Ernesto Henrique Fraga Araújo. Indicado por Olavo de Carvalho, pensador conservador guru de Bolsonaro, Araújo diz que “aquecimento global é trama marxista”. Em seu blog, defende que a “causa ambiental” foi criada por conservadores, mas capturada pela esquerda, que a “perverteu” – o “climatismo”. Em um artigo em que o chanceler brasileiro elogia o “pan-nacionalismo” (forma de nacionalismo associada a um território nacional reivindicado que não corresponde às fronteiras políticas existentes) do presidente americano, diz que esse movimento prega um resgate aos valores fundamentais do Ocidente, com a valorização da prática, da família e de Deus, contra o globalismo.

“Esse dogma vem servindo para justificar o aumento do poder regulador dos Estados sobre a economia e o poder das instituições internacionais sobre os Estados nacionais e suas populações, bem como para sufocar o crescimento econômico nos países capitalistas democráticos e favorecer o crescimento da China”, escreveu. É o que diz o professor de geografia da USP Ricardo Felício. Segundo ele, o aquecimento global é uma farsa criada pelas grandes economias do mundo para manter os países em desenvolvimento (ou os pobres do mundo todo) sobre seu controle e sempre justificar a venda de novos produtos.

Assim como Bolsonaro, Araújo crê que o mundo precisa se “libertar da ideologia”. “Quero ajudar o Brasil e o mundo a se libertarem da ideologia globalista. Globalismo é a globalização econômica que passou a ser pilotada pelo marxismo cultural. Essencialmente é um sistema anti-humano e anti-cristão. A fé em Cristo significa, hoje, lutar contra o globalismo”, fala Araújo, que acusa o Partido dos Trabalhadores (PT) de dizer que “todo o bebê representa um risco ao planeta e ao aumento das emissões de carbono” e por criminalizar a carne vermelha, o petróleo, ar-condicionado e filmes da Disney.

Filipe Martins, secretário de assuntos internacionais do PSL, disse em rede social que era “necessário recorrer a um repertório de quadros e ideias que estejam fora do establishment e ignorar a aprovação da mídia para evitar a continuidade de uma política externa terceiro-mundista e sem traços distintivamente brasileiros”. Assim, Martins diz que o Brasil retomará a representação no país junto à ONU e ao mundo, não o contrário.

2) Esquerda

Episódios como o rompimento da barragem em Mariana (Minas Gerais) – considerado o maior acidente mundial com barragens nos últimos 100 anos –, os deslizamentos de terra no Rio de Janeiro e, mais recentemente, a enchente em Belo Horizonte, são exemplos de tragédias ambientais que marcaram a história do país. No início deste ano, a ONU lançou uma lista com questões ambientais que o Brasil deve ficar de olho, como os danos provocados nos recifes de corais, a poluição por plástico dos mares e oceanos e a extinção de animais silvestres.

Enquanto ministra do Meio Ambiente no governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT, partido reformista de centro-esquerda), Marina Silva (atual Rede Sustentabilidade, definido como “nem de esquerda, nem de direita e nem centro”) recebeu o maior prêmio da ONU na área ambiental, o “Champions of the Earth”, em 2007. Durante o seu mandato, o índice de desmatamento na Amazônia caiu 74,4% e a taxa de devastação ambiental chegou a 7 mil quilômetros quadrados, o menor índice já registrado desde 1998, quando foi iniciada a medição. No governo Dilma Rousseff (PT), uma das áreas de atuação com maior aprovação foi a do meio ambiente (54%), segundo pesquisa do CNI/Ibope. Foi também o governo que reduziu em 72% verba de proteção à Amazônia e, que apesar disso, superou as menores taxas de desmatamento no bioma, conforme apontou o levantamento do portal InfoAmazônia.

Durante o período de campanha eleitoral, acerca da causa ambiental, destacaram-se os planos de governo de Marina Silva, Fernando Haddad (substituto de Lula como candidato do PT, consolidado no segundo lugar da corrida presidencial) e Guilherme Boulos (PSOL, tido como um partido de esquerda ampla), que traziam capítulos detalhados sobre desmatamento, matriz energética com baixa emissão de gases de efeito estufa e sobre como utilizar os recursos naturais como motores do desenvolvimento e inclusão social. O programa de Haddad falava em reduzir o custo fiscal para investimentos verdes em 46,5% e se comprometeu em assumir compromisso com uma taxa zero de desmatamento líquido até 2022; Marina falou em incorporar uma taxa de carbono ao sistema de impostos e em “atingir o desmatamento zero no Brasil com data limite em 2030”, com a potencial geração de milhões de empregos no reflorestamento; Boulos, por sua vez, propôs abandonar o uso de combustíveis fósseis, em uma transição que cederia lugar para as fontes eólica e solar, e falou em zerar o desmatamento em todos os biomas nos próximos dez anos.

Apesar de ter manifestado crítica ao PT após a sua desfiliação, Marina declarou apoio a Haddad na reta final do segundo turno e disse que “a Amazônia corre risco” sobre Bolsonaro. Atribui ao fato de que governo acabaria com a proteção ao meio ambiente com o instituto de proteção da biodiversidade, a qual traria impacto negativo também no agronegócio. Segundo dados do Instituto Nacional de Pesquisas Especiais (INPE), o desmatamento da Amazônia cresceu em 36% no período eleitoral – foram mais de 2,4 mil quilômetros de floresta derrubada nos últimos quatro meses. Marina atribui a notícia ao discurso de Bolsonaro durante a campanha e explica que isso acontece “quando há sinalizações de flexibilização da legislação ambiental, afrouxamento nas fiscalizações e expectativa de impunidade”.

Em sobrevoo de monitoramento no norte do estado do Mato Grosso, o Greenpeace identificou áreas com desmatamento recente e queimadas florestais. Foto: Paulo Pereira/Greenpeace

Conforme noticiou o jornal Folha de São Paulo, “a saúde da população brasileira está ligada à floresta Amazônica”, afirma um amplo relatório sobre o efeito das mudanças climáticas sobre a saúde humana. Problemas mentais, riscos cardiovasculares e doenças transmitidas por vetores podem ser agravados pelo que virá a ser o clima no futuro. As conclusões fazem parte do estudo “Lancet Countdown: Tracking Progress on Health and Climate Change” (em tradução livre, Acompanhando os Progressos em Saúde e Mudanças Climáticas), lançado anualmente desde 2016. O estudo recém-publicado conta com a participação de 27 instituições, da ONU e de agências governamentais de todos os continentes.

O relatório — especificamente a parte que fala sobre o Brasil— afirma que, mesmo não levando em conta dados sobre desmatamento, o caso brasileiro merece menção para ilustrar as relações críticas entre mudança climática, destruição de florestas e saúde. As mudanças do uso da terra — desmatamento, em linhas gerais—, junto a agropecuária, eleva as emissões do país e, consequentemente, contribui para o aquecimento global. “Muitas vezes não relacionamos o quão grave é desmatar e quanto isso afeta a saúde das pessoas, quanto reduz a expectativa de vida”, diz Mayara Floss, uma das pesquisadoras que escreveu o documento. No caso do Brasil, dados mostram que há relação entre o fogo na Amazônia, doenças respiratórias e o aumento de admissões em hospitais durante o período de queimadas.

Em nota, o Ministério das Relações Exteriores (Itamaraty) anunciou que restrições orçamentárias e transição de governo causaram a desistência de sediar a Conferência do Clima (COP 25) da ONU em 2019. Em declaração, Bolsonaro afirmou que foi sua a decisão de não sediar o evento e citou a “Triplo A” — uma proposta de corredor ecológico internacional que ligaria os Andes ao Atlântico — como um dos motivos por uma questão de “soberania”. Segundo ele, o país que mais preserva o meio ambiente no mundo é o Brasil. “Mas não pode uma política ambiental atrapalhar o desenvolvimento do Brasil. Hoje, a economia está quase dando certo por causa do agronegócio, e eles estão sufocados por questões ambientais”, declarou.

Pesquisadora do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Thelma Krug, esclarece que teoria “nunca foi discutida no Acordo de Paris” e considera que deixar o tratado é “a pior coisa que poderia acontecer ao país”. “Significa que não estamos reconhecendo um esforço global contra as mudanças climáticas. Somos uma liderança internacional neste tema, não podemos correr o risco de retrocesso”. E continuou: “A visão de agora é a mesma de 30 anos atrás, quando se acreditava que os recursos naturais seriam um empecilho para o crescimento do país”, conforme publicado pelo jornal O Globo. A COP 25 discute mudanças climáticas no mundo e como as nações podem trabalhar para reduzir a emissão dos gases de efeito estufa, que provocam a elevação da temperatura no planeta. “Ao ignorar a agenda climática, o governo federal também deixa de proteger a população, atingida por um número crescente de eventos climáticos extremos. Estes, infelizmente, não deixam de ocorrer só porque alguns duvidam de suas causas”, disse Observatório do Clima, rede de organizações voltada à agenda de combate às mudanças climáticas.

A plenária da COP 21, a cúpula do clima de Paris, aplaude a aprovação do acordo em 2015. Foto: Cop Paris. Foto: Arnaud Bouissou/MEDDE

Nos EUA, Trump disse que não acredita no relatório divulgado em novembro por seu próprio governo alertando para grandes perdas econômicas caso as emissões de carbono continuem a alimentar as mudanças climáticas. E acrescentou que o país norte-americano não tomará medidas para reduzir as emissões se o mesmo não for feito em outros países. Segundo o documento de 1,6 mil páginas elaborado por 13 agências federais e escrito por 300 cientistas, as mudanças climáticas “causarão perdas crescentes à infraestrutura e propriedade americanas e deterão a taxa de crescimento econômico ao longo deste século”.

ASPECTOS GERAIS

Ciro Gomes do PDT (partido de centro-esquerda) relacionou o tema meio ambiente/clima com sua política de desenvolvimento econômico, de reindustrialização, agricultura e de infraestrutura com apelo sustentável. Em seu plano de governo, falava em estabelecer ações para conter o desmatamento e cumprir metas climáticas até 2022. Conforme Ciro, “a maior parte dos conflitos observados na política de meio ambiente é fruto de uma oposição artificial entre dois conceitos interligados, a ecologia e a economia”. Para Wagner Ribeiro, professor do Departamento de Geografia da Universidade de São Paulo (USP) e do programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental, Haddad, Marina, Ciro e Boulos são os políticos que melhor trazem propostas ambientais. Já Geraldo Alckmin (PSDB, partido liberal e social-democrata) e João Amoêdo (Novo, partido de direita alinhado ao liberalismo econômico) mantinham a promessa de honrar os compromissos assumidos no Acordo de Paris e aplicar o Código Florestal como forma de harmonizar produção agrícola e conservação de florestas.

O fato é que, quando se trata de meio ambiente, as decisões políticas e interesses de um país afetam todo o planeta, positivamente ou negativamente. Os EUA têm contribuído para o aumento da concentração dos gases do efeito estufa na atmosfera e desponta como o maior emissor per capita de dióxido de carbono – mais de duas vezes do que a taxa da China e quase 2,5 vezes mais do que a Europa em 2013, segundo relatório do Banco Mundial. Enquanto isso, o governo Trump pretende reverter as políticas contra o aquecimento global e tornar mais fácil para empresas de energia lançaram de gás metano na atmosfera (estima-se que um terço das emissões de carbono venha de operações de exploração de petróleo e gás) – medida essa que geraria uma corte de gasto de 484 milhões de dólares às empresas até 2025.

Enquanto isso, entre as principais causas dos incêndios na Califórnia (EUA) estão a mudança climática e atividades humanas, como afirmam especialistas na área. Realidade não distante vive o Brasil – o país figura entre os maiores emissores de gás carbônico, o principal causador do efeito estufa, em função do aumento do desmatamento e queimadas. 75% das emissões de CO2 do país vêm de desmatamento e queimadas, segundo dados publicados pelo IBGE de 2010. A Noruega, por sua vez, investe no Fundo Amazônia desde 2009, tornando-se o maior contribuidor da iniciativa. No entanto, após o aumento do desmatamento (durante o governo de Michel Temer – MDB), o país escandinavo reduziu pela metade o repasse de verba para conservação da floresta amazônica. Apesar disso, ONGs, entidades e ativistas ambientais reúnem esforços em prol do meio ambiente.

Fontes de pesquisa: Política Consciente/ portal Medium, O Globo, jornal Nexo, Época, Amazônia.org, G1, O Globo, Agência Brasil EBC, jornal Estadão, Veja, ONU, Folha de São Paulo e Eliane Brum

Sobre o autor

Gabriel Rodrigues

Gabriel Rodrigues, estudante de Jornalismo, criador de conteúdo, repórter e fotógrafo.

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