Água em pó pode ser a salvação do meio ambiente

Descoberta científica promete driblar a seca e reduzir o aquecimento global. E mais: o investimento em criptomoedas

Do agronegócio à economia: a tecnologia impulsiona novos modelos de negócio.

Enquanto alguns cientistas afirmam que a água deve acabar nas próximas décadas, outros parecem ter encontrado a solução para este problema. O cientista britânico Andrew Copper é o autor da descoberta da “água em pó”, formada por moléculas de água e sílica. Parecida com açúcar, a substância possui em cada grão uma concentração de 95% de água, a mesma de uma melancia. Ainda promete reduzir o aquecimento global – o produto é capaz de armazenar gases como o dióxido de carbono (CO2), agente poluidor do ar – e acelerar a produção de matéria-prima utilizada na fabricação de remédios, alimentos e outros produtos de consumo.

Cientistas mexicanos lançaram a “chuva sólida”, um pó que absorve grandes quantidades de água e mantém plantas hidratadas em períodos de seca. O produto, uma derivação de um polímero absorvente utilizado na fabricação de fraldas, é vendido há 10 anos pelo engenheiro Sérgio Velasco ao custo de 30 dólares o quilo. Por outro lado, com a intenção de mostrar que o recurso é insubstituível, a empresa brasileira Água Mineral Puríssima fez o lançamento de uma água em pó fictícia no dia mundial com o slogan: “Economize, ou vai sobrar só o pó”.

Fim da seca: o produto mexicano “Solid Rain” (chuva sólida) absorve água e irriga o solo lentamente. Foto: Reprodução/ Internet

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A “água em pó” foi descoberta em 1968 (há 50 anos), mas recebeu ponto de destaque na comunidade científica até 2006, quando seu uso foi retomado por cientistas britânicos.

BITCOIN, A MOEDA VIRTUAL

Criada há mais de nove anos, a bitcoin é uma moeda virtual cuja existência é apenas na internet e vem atraindo atenção de investidores. Milhares de pessoas pelo mundo estão fazendo trocas de moedas virtuais por dinheiro, e vice-versa. Para se ter ideia, no último semestre, cada valor da moeda chegou a 18 mil dólares (cerca de R$ 59 mil).

Foto: Reprodução/ Internet

A bitcoin não é controlada por um banco central – é produzida de forma descentralizada por milhares de computadores conectados à rede, os quais resolvem cálculos complexos que envolvem as transações. Essas moedas são armazenadas em uma espécie de conta, criada quando a pessoa se cadastra no software. Feito isso, o usuário recebe um código chamado de “endereço”, que permite realizar compras de produtos ou contratação de serviços, bastando apenas fornecer este dado ao vendedor. As identidades são mantidas no anonimato, mas a transação fica registrada no sistema de forma pública. A compra não pode ser desfeita.

No Brasil, a empresa Wuzu lançou uma “bolsa de valores” da bitcoin brasileira. Pela plataforma, as empresas que fazem a conversão de criptomoedas (moedas virtuais) em dinheiro “real” no país terão mais segurança, afirma a companhia.

 

Fonte: Revista Linda (Edição 124 – maio de 2018 / adaptado).

Texto: Gabriel Rodrigues

Revisão: Marielle Rodrigues de Oliveira

Sobre o autor

Gabriel Rodrigues

Gabriel Rodrigues, estudante de Jornalismo, criador de conteúdo, repórter e fotógrafo.

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